Victor I. STOICHITA


Victor I. STOICHITA, Breve História da Sombra, trad. R. P. Cabral, Lisboa, KKYM, 2016. [capas] [comprar]


Victor I. STOICHITA, Breve História da Sombra, trad. R. P. Cabral, Lisboa, KKYM, 2016. [capas] [comprar]


Victor I. STOICHITA, O Efeito Pigmalião. Para uma antropologia histórica dos simulacros, trad. R. C. Botelho e R. P. Cabral, Lisboa, KKYM, 2011. [capas-excerto] [comprar]


Victor I. STOICHITA, 'A Janela Indiscreta' de Alfred Hitchcock. Avatares da pulsão escópica na pintura e no cinema, trad. R. P. Cabral, KKYM, 2016. [ebook]


Victor I. STOICHITA, Volatilização e/ou Centralização. Em torno dos (auto)retrato de Manet e Dega, trad. R. P. Cabral, KKYM, 2016. [ebook]

Victor I. STOICHITA, «Como saborear um quadro» Se o texto de Filóstrato fora gerado pelo grande desafio de verter a imagem em palavras, ao quadro de Ticiano competia moldar novamente as palavras em imagens. [...] Antes de Ticiano, já outros pintores se haviam debatido com esta questão, e outros a ele se seguiriam. O carácter excepcional do método ticianesco consiste na forma como o artista soube confrontar-se com o núcleo mais profundo da problemática da ekphrasis em geral, e, em particular, com a ekphrasis de Filóstrato em Erotes.

WARBURG + DIDI-HUBERMAN + STOICHITA, recensão por António Guerreiro, in Expresso / Atual, 24.3.2012.

Victor I. STOICHITA, O Efeito Pigmalião, recensão por Nuno Crespo, in Público / Ípsilon, 13.7.2012.



Aby WARBURG


Aby WARBURG, Domenico Ghirlandaio, trad. A. Morão, Lisboa, KKYM, 2015. [capas] [comprar]


Aby WARBURG, "O Nascimento de Vénus" e "A Primavera" de Sandro Botticelli, trad. A. Morão, Lisboa, KKYM, 2012. [capas-excerto] [comprar]

Aby WARBURG, "O Nascimento de Vénus" e "A Primavera" de Sandro Botticelli
A recente publicação de "'O Nascimento de Vénus' e 'A Primavera' de Sandro Botticelli" introduz finalmente em Portugal o revolucionário pensamento de uma figura maior da história da arte e da cultura. Anatomia de uma mudança de paradigma (artigo por Nuno Crespo, in Público / Ípsilon, 11.1.2013).


Aby WARBURG, "O Nascimento de Vénus" e "A Primavera" de Sandro Botticelli
É exatamente a questão de outra visão de temporalidade histórica, de um conceito não banal de "atualidade", presente na empreitada de Warburg, que chamou a atenção de pensadores diversos como Carlo Ginzburg [...], o filósofo italiano Giorgio Agamben e o historiador da arte francês Georges Didi-Huberman. Nessa discussão, é fundamental a ideia de sobrevivência (Nachleben) de tópicos e imagens do passado por uma relação sensível, empática ou patética (Pathosformel) (recensão por Karl Erik Schøllhammer, in O Globo / Prosa, 8.9.2012).


Aby WARBURG, «Ninfa Fiorentina. Fragmentos de um projecto sobre Ninfas» Ghirlandaio não é precisamente uma fonte repousante, de rústico murmúrio, para pré-rafaelitas, mas também não é nenhuma catarata romântica, cujas cascatas frenéticas sussurram uma nova coragem vital ao outro tipo de viajante, ao super-homem nas férias da Páscoa, com o Zaratustra no bolso do seu sobretudo de pano grosso, em vista da luta pela existência, mesmo contra a autoridade.

WARBURG + DIDI-HUBERMAN + STOICHITA, recensão por António Guerreiro, in Expresso / Atual, 24.3.2012.


Georges DIDI-HUBERMAN


Georges DIDI-HUBERMAN, Remontagens do Tempo Sofrido, trad. L. Lima, Lisboa, KKYM, 2019. [capas] [comprar]


Georges DIDI-HUBERMAN, Ninfa Moderna, trad. R. P. Cabral, KKYM, 2016. [capas] [comprar]

Georges DIDI-HUBERMAN, Ninfas fugidias, trad. R. P. Cabral, KKYM, 2016. [ebook]


Georges DIDI-HUBERMAN, Falenas. Ensaios sobre a aparição, trad. A. Preto, E. Brito, M. P. Santos, R. P. Cabral, V. Brito, Lisboa, KKYM, 2015. [capas] [comprar]


Georges DIDI-HUBERMAN, Que emoção! Que emoção?, trad. M. P. Santos, Lisboa, KKYM, 2015. [capas] [comprar]



Georges DIDI-HUBERMAN, Luz contra luz, trad. V. Brito, KKYM, 2015. [ebook]


Georges DIDI-HUBERMAN, Pensar debruçado, trad. V. Brito, KKYM, 2015. [ebook]


Georges DIDI-HUBERMAN, Atlas ou a Gaia Ciência Inquieta, trad. R. C. Botelho e R. P. Cabral, Lisboa, KKYM, 2013. [capas] [comprar]

Georges DIDI-HUBERMAN, Grisalha. Poeira e poder do tempo, trad. R. P. Cabral, KKYM+IHA, 2014. [ebook]


Georges DIDI-HUBERMAN, Imagens apesar de tudo, trad. V. Brito e J. P. Cachopo, Lisboa, KKYM, 2012. [capas-excerto] [comprar]

Georges DIDI-HUBERMAN, Imagens apesar de tudo, recensão por Maria do Carmo Piçarra, in Diário do Alentejo, 11.5.2012.

Georges DIDI-HUBERMAN, Imagens apesar de tudo, recensão por Nuno Crespo, in Público / Ípsilon, 4.5.2012.


Georges DIDI-HUBERMAN, O que nós vemos, O que nos olha, trad. G. Anghel e J. P. Cachopo, Porto, Dafne, 2011. [excerto]

Georges DIDI-HUBERMAN, Imagens apesar de tudo + Cascas O pensamento, a escrita e a arte devem resistir ao sentimento de impossibilidade. Quando algo se apresenta como impensável, é aí que deve trabalhar o pensamento. Podemos até partir do princípio de que não há representação perfeita de um evento extremo como a Shoah. Mas se ficamos nessa posição tudo está perdido, porque nos submetemos ao inimaginável e fazemos dele algo sagrado. Prefiro dizer que podemos tentar imaginar, apesar de tudo (GDH, in entrevista-recensão por Guilherme Freitas, in O Globo / Prosa, 16.3.2013).

WARBURG + DIDI-HUBERMAN + STOICHITA, recensão por António Guerreiro, in Expresso / Atual, 24.3.2012.

Georges DIDI-HUBERMAN, Imagens apesar de tudo, entrevista por Tiago Bartolomeu Costa, in Público, 15.3.2012.

Georges DIDI-HUBERMAN, «Ao passo ligeiro da serva (Saber das imagens, saber excêntrico)» [Esta é] uma forma de ter em conta a porosidade destes objectos paradoxais que são as imagens e de ir mais longe do que qualquer interdisciplinaridade de meter respeito, diria eu, aquela que só aceita «ampliar-se» sob a condição implícita de salvaguardar, a cada passo, a estabilidade dos seus objectos e a delimitação do seu campo. A história não deixou de «adoptar» as imagens e as obras de arte, é certo. Mas quando estas [...] não são, afinal, mais do que a «cereja em cima do bolo» das ciências sociais, isto significa que a adopção disfarça mal o seu fundo de paternalismo, ou seja, de autoridade, de territorialização e, em última instância, de incompreensão. Significa então que as imagens não foram tomadas por aquilo que são na realidade, nomeadamente objectos problemáticos para a historicidade em geral, objectos para abrir a história até ao cerne dos seus modelos de inteligibilidade bem como dos seus instrumentos de interpretação.

Georges DIDI-HUBERMAN, O que nós vemos, O que nos olha, recensão por Nuno Crespo, in Público / Ípsilon, 22.7.2011.

Georges DIDI-HUBERMAN, «Un conocimiento por el montaje», GDH em conversa com Pedro G. Romero.



Jacques RANCIÈRE


Jacques RANCIÈRE, Estética e Política. A Partilha do Sensível, com entrevista e glossário por Gabriel Rockhill, trad. V. Brito, Lisboa, KKYM, 2020 (2ª ed. revista). [capas] [comprar]


Jacques RANCIÈRE, As Margens da Ficção, trad. J. L. Rosa, Lisboa, KKYM, 2019. [capas] [comprar]


Jacques RANCIÈRE, Nas Margens do Político, trad. V. Brito e J. P. Cachopo, Lisboa, KKYM, 2014. [capas] [comprar]


Jacques RANCIÈRE, Ainda se pode falar de democracia?, trad. V. Brito, KKYM, 2014. [ebook]


Jacques RANCIÈRE, A política da ficção, trad. J. P. Cachopo, KKYM, 2014. [ebook]


Jacques RANCIÈRE, Estética e Política. A Partilha do Sensível, trad. V. Brito, Porto, Dafne, 2010.

Jacques RANCIÈRE Estética e Política, A Partilha do Sensível, recensão por Joana Cunha Leal, in L+Artes, 1.1.2011.

Jacques RANCIÈRE, Estética e Política, A Partilha do Sensível, recensão por Maria do Conceição Caleiro, in Público / Ípsilon, 11.2.2011.

Jacques RANCIÈRE, "O que significa «Estética»" Gostaria de apresentar a minha concepção do que significa «estética». Como se verá, esta noção envolve uma certa ideia das relações entre estética e política, e opõe-se à tendência do pensamento anti-estética que tem preponderado no mundo ocidental ao longo das duas últimas décadas...



Daniel ARASSE


Daniel ARASSE, Histórias de Pinturas, trad. M. P. Santos e R. M. Ribeiro, Lisboa, KKYM, 2016. [capas] [comprar]


Daniel ARASSE, Não se vê nada, trad. R. P. Cabral, Lisboa, KKYM, 2015. [capas-excerto] [comprar]


Daniel ARASSE, Funções e limites da iconografia. Sobre a moldura e a sua transgressão, trad. R. M. Ribeiro e M. P. Santos, KKYM+IHA, 2015. [ebook]



Hans BELTING


Hans BELTING, Faces. Uma história do rosto, trad. A. Morão, Lisboa, KKYM, 2019. [capas] [comprar]


Hans BELTING, Antropologia da Imagem, trad. A. Morão, Lisboa, KKYM, 2014. [capas] [comprar]


Hans BELTING, Sísifo ou Prometeu? Da arte e da tecnologia, hoje?, trad. A. Morão, KKYM+IHA, 2014. [ebook]


Hans BELTING, A Verdadeira Imagem, trad. A. Morão, Porto, Dafne, 2011. [excerto]

Hans BELTING, A Verdadeira Imagem, recensão-artigo por António Guerreiro, in Expresso / Atual, 9.4.2011.

Hans BELTING, «No crepúsculo do modernismo. Arte e teoria da arte em competição» A cisão entre modernismo e as suas sequelas carece de uma revisão. Pode admitir-se que a competição entre arte e teoria da arte depois de 1960 se tornou muito mais intensa e deslocou as fronteiras que separam uma da outra. Mas os problemas que agora exigiam uma solução já existiam antes. A obra artística, com o seu carácter híbrido de objecto feito que representava uma ideia, a ideia de arte, propicia o acesso a um subtexto da arte moderna, cujo carácter explosivo emergiu após os anos 60. A filosofia da arte, como Arthur Danto a configurou, reformulou a tarefa da teoria da arte numa época em que a arte, por seu turno, faz reivindicações no domínio da teoria.

Hans BELTING, «A exposição de culturas»
As duas exposições de Nova Iorque e Paris documentam igualmente duas variedades diferentes do modernismo no trato com as outras culturas. O «primitivismo», que o Museu da Arte Moderna ainda festejava de forma retrospectiva, era uma estratégia da modernidade clássica, na qual se expressava somente a sua pretensão imperial de se apossar das outras culturas. [...] Em contrapartida, o policentrismo, que a exposição de Paris apregoou, ao convidar artistas vivos de outras culturas, era já, no fundo, uma renúncia a este monopólio ocidental. [...] Pode ainda aí reconhecer-se a intolerância num conceito de arte que continua a ser ocidental e de compreensão global; falta-lhe, porém, o reconhecimento relevante de que a modernidade possui muitos rostos e tem lugar também noutras culturas. Os antigos indígenas foram nesta ocasião, embora algo ambiguamente, reconhecidos como artistas vivos; a viragem que então se anunciou é bem maior do que aquando da exposição real fora possível descortinar.




José Luís NETO


José Luís NETO, "Caderno de imagens" [capas-excerto] [comprar]



José Luís NETO, "Caderno de imagens"
De vez em quando aparece um livro que muda radicalmente a noção do que é, realmente, a fotografia. É o caso da mais recente produção de José Luís Neto: um objecto com capa de papel pardo, folhas agrafadas, paginação intrigante mas primorosamente impresso, conhecido deceptivamente por "Caderno". [...] Ao invés daqueles artistas que dizem usar a fotografia como suporte, Neto usa inteligentemente o suporte como fotografia (recensão por Jorge Calado, Expresso / Atual, 13.10.2012).


José Luís NETO, "Caderno de imagens"
A pertinência desta edição é incontornável, porque traz o corpo de trabalho de um artista para o centro de debate sobre a imagem, as suas teorias e práticas. Um corpo de trabalho que tem a característica se de ser singular no modo como [...] constitui uma firme posição no contexto da fotografia contemporânea [...] recusando as suas convenções e os protocolos mais correntes e, sobretudo, porque se afasta e perturba a relação essencial da fotografia com um objecto. [...] A visibilidade proporcionada pela obra de arte [...] não é uma força de representação, [...] mas uma instância de aparição: uma força que cria a visibilidade (recensão por Nuno Crespo, in Público / Ípsilon, 10.8.2012).


José Luís NETO, Exposição + "Caderno de imagens", recensão por Maria Beatriz Marquilhas, in www.artecapital.net, 30.5.2012.



Françoise FRONTISI-DUCROUX


Françoise FRONTISI-DUCROUX, O Homem-Veado e a Mulher-Aranha, trad. R. P. Cabral, Lisboa, KKYM, 2018. [capas] [comprar]


Françoise FRONTISI-DUCROUX, Dioniso. O deus-máscara, trad. R. P. Cabral, KKYM, 2018. [ebook]


Françoise FRONTISI-DUCROUX, Górgona. Paradigma da criação de imagens, trad. R. P. Cabral, KKYM, 2018. [ebooks]



Horst BREDEKAMP


Horst BREDEKAMP, Teoria do Acto Icónico, trad. A. Morão, Lisboa, KKYM, 2015. [capas] [comprar]


10 MELHORES ENSAIOS 2017 Horst BREDEKAMP, Teoria do Acto Icónico, in Público / Ípsilon, 21.12.2017.

Horst BREDEKAMP, Teoria do Acto Icónico, recensão por Julie Clarini, in Le Monde, 17.12.2015.

Horst BREDEKAMP, Teoria do Acto Icónico, recensão por Nuno Crespo, in Públiso / Ípsilon, 17.2.2017.


Horst BREDEKAMP, Gehry desenha, trad. N. M. Proença e K. Sirois, KKYM+IHA, 2015. [ebook]


Horst BREDEKAMP, O Renascimento dos jogos. O calcio como festa dos Médici, trad. A. Morão, KKYM, 2015. [ebook]


Horst BREDEKAMP, A capacidade ccognitiva da linha em Galileu, Hobbes e Hooke, trad. H. M. Amaral, KKYM, 2015. [ebook]


Horst BREDEKAMP, A capacidade ccognitiva da instantaneidade. O olhar cénico de Hogrebe e a tradição do coup d'oeil, trad. H. M. Amaral, KKYM, 2015. [ebook]