Georges DIDI-HUBERMAN


Georges DIDI-HUBERMAN, Remontagens do Tempo Sofrido, trad. L. Lima, Lisboa, KKYM, 2019. [capas] [comprar]


Georges DIDI-HUBERMAN, Ninfa Moderna, trad. A. Preto, Lisboa, KKYM, 2016. [capas] [comprar]


Georges DIDI-HUBERMAN, Ninfas fugidias, trad. R. P. Cabral, KKYM, 2016.
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Georges DIDI-HUBERMAN, Falenas. Ensaios sobre a aparição, trad. A. Preto, E. Brito, M. P. Santos, R. P. Cabral, V. Brito, Lisboa, KKYM, 2015. [capas] [comprar]


Georges DIDI-HUBERMAN, Que emoção! Que emoção?, trad. M. P. Santos, Lisboa, KKYM, 2015. [capas] [comprar]


Georges DIDI-HUBERMAN, Luz contra luz, trad. V. Brito, KKYM, 2015. [ebook amazon kindle]
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Georges DIDI-HUBERMAN, Pensar debruçado, trad. V. Brito, KKYM, 2015. [ebook amazon kindle]
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Georges DIDI-HUBERMAN, Grisalha. Poeira e poder do tempo, trad. R. P. Cabral, KKYM+IHA, 2014. [ebook amazon kindle]
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10 MELHORES ENSAIOS 2013
Georges DIDI-HUBERMAN, Atlas ou a Gaia Ciência Inquieta
Público / Ípsilon, 6.12.2013


Georges DIDI-HUBERMAN, Imagens apesar de tudo, trad. V. Brito e J. P. Cachopo, Lisboa, KKYM, 2012. [capas-excerto] [comprar]

Georges DIDI-HUBERMAN, Imagens apesar de tudo + CascasO pensamento, a escrita e a arte devem resistir ao sentimento de impossibilidade. Quando algo se apresenta como impensável, é aí que deve trabalhar o pensamento. Podemos até partir do princípio de que não há representação perfeita de um evento extremo como a Shoah. Mas se ficamos nessa posição tudo está perdido, porque nos submetemos ao inimaginável e fazemos dele algo sagrado. Prefiro dizer que podemos tentar imaginar, apesar de tudo (GDH, in entrevista-recensão por Guilherme Freitas, O Globo / Prosa, 16.3.2013).

Georges DIDI-HUBERMAN, Imagens apesar de tudo, recensão por Maria do Carmo Piçarra, in Diário do Alentejo, 11.5.2012.

Georges DIDI-HUBERMAN, Imagens apesar de tudo, recensão por Nuno Crespo, in Público / Ípsilon, 4.5.2012.

WARBURG + DIDI-HUBERMAN + STOICHITA, recensão por António Guerreiro, in Expresso / Atual, 24.3.2012.

Georges DIDI-HUBERMAN, Imagens apesar de tudo, entrevista por Tiago Bartolomeu Costa, in Público, 15.3.2012.

Georges DIDI-HUBERMAN, «Ao passo ligeiro da serva (Saber das imagens, saber excêntrico)»
[Esta (...) é] uma forma de ter em conta a porosidade destes objectos paradoxais que são as imagens e de ir mais longe do que qualquer interdisciplinaridade de meter respeito, diria eu, aquela que só aceita «ampliar-se» sob a condição implícita de salvaguardar, a cada passo, a estabilidade dos seus objectos e a delimitação do seu campo. A história não deixou de «adoptar» as imagens e as obras de arte, é certo. Mas quando estas [...] não são, afinal, mais do que a «cereja em cima do bolo» das ciências sociais, isto significa que a adopção disfarça mal o seu fundo de paternalismo, ou seja, de autoridade, de territorialização e, em última instância, de incompreensão. Significa então que as imagens não foram tomadas por aquilo que são na realidade, nomeadamente objectos problemáticos para a historicidade em geral, objectos para abrir a história até ao cerne dos seus modelos de inteligibilidade bem como dos seus instrumentos de interpretação.


Georges DIDI-HUBERMAN, O que nós vemos, O que nos olha, trad. G. Anghel e J. P. Cachopo, Porto, Dafne, 2011. [excerto]

Georges DIDI-HUBERMAN, O que nós vemos, O que nos olha, recensão por Nuno Crespo, in Público / Ípsilon, 22.7.2011.